TÚNEL DO TEMPO
Relatório da reunião do dia 28 de Agosto de 2007
A reunião de hoje foi única e exclusivamente focada no roteiro e na apresentação deste. Como temos definido a forma de apresentação, partimos para construção do roteiro dela. Com muito pouco realmente concretizado, resolvemos marcar duas reuniões a mais fora do horário de aula. Segundo o combinado nos reuniremos na escola nos dias 29/08 e 03/09. Agora estamos focados em terminar o roteiro e usar as duas ou três próximas reuniões para ensaiá-lo.
Nosso grupo está bem encaminhado, e creio que se conseguirmos seguir nosso cronograma, iremos fazer uma grande apresentação.
Segue a baixo a lista de presentes:
6oano:
Thor, Murilo e Lucas B.
7oano:
Martin, Bruno e Capelli(faltou)
8oano:
Carol, Augusto e João
9oano:
Raul, Thiago Picelli, Nicolas e Raquel
Texto postado por: Thiago Picelli (representante)
terça-feira, 28 de agosto de 2007
quarta-feira, 22 de agosto de 2007
Goiânia
Goiânia é um município brasileiro, capital do estado de Goiás. Situa-se no planalto central do Brasil. Contando cerca de 1,2 milhão de habitantes, o município de Goiânia cobre uma área de 739,5 km², e é a sede da Região Metropolitana de Goiânia, na qual vivem aproximadamente dois milhões de pessoas. Tal como algumas outras cidades brasileiras, Goiânia desenvolveu-se a partir de um plano urbanístico, e foi construída para desempenhar a função de centro político e administrativo. Foi fundada em 24 de Outubro de 1933, absorvendo da cidade de Goiás a função de capital do estado.
Tal idéia permaneceu em latência até que, em decorrência da Revolução de 1930, Pedro Ludovico Teixeira foi indicado interventor federal no estado de Goiás. Por sua decisão, criou-se em 1932 uma comissão encarregada de escolher o local em que seria construída a nova capital. Em 24 de Outubro de 1933, lançou-se a pedra fundamental da construção, num gesto simbólico que marcou a fundação da nova cidade. O plano piloto de Goiânia foi concebido pelo urbanista Atílio Correa Lima. Em linhas gerais, consistia de três avenidas principais (Goiás, Araguaia e Tocantins), as quais confluíam para a parte mais elevada do terreno, onde se previa construir a sede do governo estadual; e de uma via circular (Avenida Paranaíba), perpendicular às três avenidas mencionadas, a conectar o Parque Botafogo ao atual Setor Aeroporto. Em 1936, Armando de Godoy assumiu a direção do projeto, interpondo-lhe modificações significativas. Godoy reelaborou, sobretudo, a parte sul do projeto de Correa Lima, introduzindo nesta área um bairro residencial, o qual concebeu sob a inspiração do movimento das cidades-jardim, fundado pelo urbanista Ebenezer Howard.
Boa parte das primeiras edificações de grande porte do centro de Goiânia foram construídas no estilo Art Déco, entre as décadas de 1940 e 1950, e constituem um acervo significativo do ponto de vista da história da arquitetura brasileira.
Desde a sua fundação, Goiânia tem sido o palco de um crescimento demográfico e de uma expansão urbana vertiginosas.
publicado por: Thiago Picelli
Goiânia é um município brasileiro, capital do estado de Goiás. Situa-se no planalto central do Brasil. Contando cerca de 1,2 milhão de habitantes, o município de Goiânia cobre uma área de 739,5 km², e é a sede da Região Metropolitana de Goiânia, na qual vivem aproximadamente dois milhões de pessoas. Tal como algumas outras cidades brasileiras, Goiânia desenvolveu-se a partir de um plano urbanístico, e foi construída para desempenhar a função de centro político e administrativo. Foi fundada em 24 de Outubro de 1933, absorvendo da cidade de Goiás a função de capital do estado.
Tal idéia permaneceu em latência até que, em decorrência da Revolução de 1930, Pedro Ludovico Teixeira foi indicado interventor federal no estado de Goiás. Por sua decisão, criou-se em 1932 uma comissão encarregada de escolher o local em que seria construída a nova capital. Em 24 de Outubro de 1933, lançou-se a pedra fundamental da construção, num gesto simbólico que marcou a fundação da nova cidade. O plano piloto de Goiânia foi concebido pelo urbanista Atílio Correa Lima. Em linhas gerais, consistia de três avenidas principais (Goiás, Araguaia e Tocantins), as quais confluíam para a parte mais elevada do terreno, onde se previa construir a sede do governo estadual; e de uma via circular (Avenida Paranaíba), perpendicular às três avenidas mencionadas, a conectar o Parque Botafogo ao atual Setor Aeroporto. Em 1936, Armando de Godoy assumiu a direção do projeto, interpondo-lhe modificações significativas. Godoy reelaborou, sobretudo, a parte sul do projeto de Correa Lima, introduzindo nesta área um bairro residencial, o qual concebeu sob a inspiração do movimento das cidades-jardim, fundado pelo urbanista Ebenezer Howard.
Boa parte das primeiras edificações de grande porte do centro de Goiânia foram construídas no estilo Art Déco, entre as décadas de 1940 e 1950, e constituem um acervo significativo do ponto de vista da história da arquitetura brasileira.
Desde a sua fundação, Goiânia tem sido o palco de um crescimento demográfico e de uma expansão urbana vertiginosas.
publicado por: Thiago Picelli
SÃO PAULO
No final do século 18, a cidade passou por profundas transformações econômicas e sociais decorrentes da expansão da lavoura cafeeira em várias regiões paulistas, da construção da estrada de ferro Santos-Jundiaí (1867) e do afluxo de imigrantes europeus. Para se ter uma idéia do crescimento vertiginoso da cidade na virada do século, basta observar que em 1895 a população de São Paulo era de 130 mil habitantes (dos quais 71 mil eram estrangeiros, chegando a 239.820 em 1900!). Nesse período, a área urbana se expandiu para além do perímetro do triângulo, surgiram as primeiras linhas de bondes, os reservatórios de água e a iluminação a gás.
Ocupação dos BAIRROS
Esses fatores somados já esboçavam a formação de um parque industrial paulistano. A ocupação do espaço urbano registrou essas transformações. O Brás e a Lapa transformaram-se em bairros operários por excelência; ali concentravam-se as indústrias próximas aos trilhos da estrada de ferro inglesa, nas várzeas alagadiças dos rios Tamanduatey e Tietê. A região do Bexiga foi ocupada, sobretudo, pelos imigrantes italianos e a Avenida Paulista e adjacências, áreas arborizadas, elevadas e arejadas, pelos palacetes dos grandes cafeicultores .
As mais importantes realizações urbanísticas do final do século foram, de fato, a abertura da Avenida Paulista (1891) e a construção do Viaduto do Chá (1892), que promoveu a ligação do "centro velho" com a "cidade nova", formada pela rua Barão de Itapetininga e adjacências. É importante lembrar, ainda, que logo a seguir (1901) foi construída a nova estação da São Paulo Railway, a notável Estação da Luz.
O século XX, em suas manifestações econômicas, culturais e artísticas, passa a ser sinônimo de progresso. A riqueza proporcionada pelo café espelha-se na São Paulo "moderna", até então acanhada e tristonha capital. Trens, bondes, eletricidade, telefone, automóvel, velocidade, a cidade cresce, agiganta-se e recebe muitos melhoramentos urbanos como calçamento, praças, viadutos, parques e os primeiros arranha-céus.
Em 1911, a cidade ganhou seu Teatro Municipal, obra do arquiteto Ramos de Azevedo, celebrizado como sede de espetáculos operísticos, tidos como entretenimento elegante da elite paulistana.
A PARTIR DE 1910
A industrialização se acelera após 1914 durante a Primeira Grande Guerra mas o aumento da população e das riquezas é acompanhado pela degradação das condições de vida dos operários que sofrem com salários baixos, jornadas de trabalho longas e doenças. Só a gripe espanhola dizimou oito mil pessoas em quatro dias.
Em 1917 o governo e os industriais inauguram a exposição industrial de São Paulo no suntuoso Palácio das Indústrias, especialmente construído para esse fim.
"O otimismo era tamanho que motivou o prefeito de então, Washington Luis, a afirmar, com evidente exagero: "A cidade é hoje alguma coisa como Chicago e Manchester juntas". ""
PONTO DO TRABALHO
Na década de 20, a industrialização ganha novo impulso, a cidade cresce (em 1920, São Paulo tinha 580 mil habitantes) e o café sofre mais uma grande crise. Em 1922, Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Luís Aranha, entre outros intelectuais e artistas, iniciam um movimento cultural que assimilava as técnicas artísticas modernas internacionais, apresentado na célebre Semana de Arte Moderna, no Teatro Municipal.
Com a queda da bolsa de valores de Nova Iorque e a Revolução de 1930, alterou-se a correlação das forças políticas que sustentou a "República Velha". A década que se iniciava foi especialmente marcante para São Paulo tanto pelas grandes realizações no campo da cultura e educação quanto pelas adversidades políticas. Os conflitos entre a elite política, representante dos setores agro-exportadores do Estado, e o governo federal, conduziram à Revolução Constitucionalista de 1932 que transformou a cidade numa verdadeira praça de guerra, onde se inscreviam os voluntários, se armavam estratégias de combate e se arrecadavam contribuições da população amedrontada mas orgulhosa de pertencer a uma "terra de gigantes".
A derrota de São Paulo e sua participação restrita no cenário político nacional coincidiu, no entanto, com o florescimento de instituições científicas e educacionais. Em 1933, foi criada a Escola Livre de Sociologia e Política, destinada a formar técnicos para a administração pública; em 1934, Armando de Salles Oliveira, interventor do Estado, inaugurou a Universidade de São Paulo; em 1935, o Município de São Paulo ganhou, na gestão do prefeito Fábio Prado, o seu Departamento de Cultura e de Recreação.
Nesse mesmo período, a cidade presenciou uma realização urbanística notável, que testemunhava o seu processo de "verticalização": a inauguração, em 1934, do Edifício Martinelli, maior arranha-céu de São Paulo, à época, com 26 andares e 105 metros de altura!
A década de 40 foi marcada por uma intervenção urbanística sem precedentes na história da cidade. O prefeito Prestes Maia colocou em prática o seu "Plano de Avenidas", com amplos investimentos no sistema viário. Nos anos seguintes, a preocupação com o espaço urbano visava basicamente abrir caminho para os automóveis e atender aos interesses da indústria automobilística que se instalou em São Paulo em 1956. Simultaneamente, a cidade cresceu de forma desordenada em direção à periferia gerando uma grave crise de habitação, na mesma proporção, aliás, em que as regiões centrais se valorizaram servindo à especulação imobiliária
PRODAM
Japoneses
Imigraram por uma política de substituição da mão-de-obra rural européia. O primeiro fluxo se dirigia no interior de São Paulo, num primeiro fluxo, fugindo da Guerra Russo-Japonesa, em 1905 e, num segundo fluxo pela crise mundial de 1920.
Espanhóis
Tiveram, igualmente, dois fluxos: o primeiro para trabalhar nas lavouras cafeeiras do interior de São Paulo, até 1930. Após esse período, até 1960 fixaram-se na indústria e no comércio.
São Paulo ingressou com dois trunfos na era republicana: a riqueza representada pelo café e o sistema de mão-de-obra livre, que fora introduzido antes da abolição da escravatura e já se adaptara e integrara no modo de produção da agricultura paulista. De outro lado, a autonomia local conferida pelo novo regime federativo, que em face dos amplos direitos conferidos aos estados resultava, na prática, numa verdadeira soberania, veio reforçar política e administrativamente as vantagens conferidas pelos dois fatores acima mencionados.
Assim equipado, beneficiando-se da fraqueza institucional decorrente da Proclamação da República, São Paulo aliou seu poder econômico à força eleitoral de Minas Gerais e instaurou a política do café-com-leite, que teve por conseqüência uma mudança no federalismo no Brasil, sendo até hoje visíveis os resultados. Para isso, concorreu também a visão empresarial de seus homens de negócios e cafeicultores. Estes perceberam de imediato a oportunidade da introdução do imigrante estrangeiro e a subsidiaram com recursos da província, uma vez que o governo imperial dispensava maiores atenções ao estabelecimento de núcleos coloniais do que à imigração assalariada. Com a nova situação criada pela instituição do regime republicano, puderam ampliar seus meios de ação. Daí por diante, até a crise de 1929, não perderam de vista a expansão e defesa do produto que sustentava a economia da região.
A década de 1930 em São Paulo caracterizou-se, do ponto de vista econômico, pelos esforços de ajustamento às novas condições criadas pela crise mundial de 1929 e pela derrocada do café. Do ponto de vista político, o período foi marcado pela luta em prol da recuperação da hegemonia paulista na federação, atingida pela Aliança Liberal e afinal aniquilada pela revolução de 1930. Esta submeteu o estado à ação dos interventores federais, que, de início, nem paulistas eram.
Surgiram logo as reivindicações a favor de um governo paulista, mas na realidade o que se pretendia era a restauração dos grupos hegemônicos paulistas, cujos interesses, tanto econômicos quanto políticos, estavam sendo prejudicados pela nova situação, embora alguns interventores, tenham procurado conciliar a cafeicultura com a nova orientação do governo federal.
Em 9 de julho de 1932, irrompeu a revolução constitucionalista de São Paulo. Governava o estado, como interventor federal, o paulista Pedro de Toledo, logo proclamado governador. Formaram-se batalhões de voluntários, e aderiram ao movimento algumas unidades do Exército, um forte contingente de Mato Grosso e a quase totalidade da força pública estadual. Foram mobilizados inicialmente cinqüenta mil homens, cujo comando coube ao coronel Euclides de Oliveira Figueiredo e depois ao general Bertoldo Klinger, sob a chefia suprema do general Isidoro Dias Lopes.
A indústria participou da revolução com entusiasmo. Sob a direção de Roberto Cochrane Simonsen, todo o parque industrial paulista foi colocado a serviço da rebelião, dedicado à produção bélica. Organizou-se também o abastecimento interno. A luta durou, porém, apenas três meses e terminou com a derrota dos paulistas e a perda de centenas de vidas.
Alguns meses após a capitulação, o governo federal, a fim de pacificar o país, decidiu convocar eleições para a Assembléia Constituinte, respondendo ao objetivo principal dos revolucionários paulistas: a restauração da ordem constitucional.
[editar] A industrialização e metropolização
Após a Primeira Guerra Mundial, o cultivo do café começa a enfrentar crises de excesso de oferta e concorrência de outros países. O cultivo começa a ser controlado pelo governo, a fim de evitar crises e fazendas fecham, levando imigrantes em direção a São Paulo, onde se tornam operários. Pressões políticas exigindo o fim do predomínio da elite cafeeira paulista surgem e movimentos artísticos como a Semana de 1922 propagam novas idéias sociais e econômicas. A imigração externa começa a se enfraquecer e greves anarquistas e comunistas rebentam em São Paulo enquanto impérios industriais como o de Matarazzo são formados.
Em 1930 o café entra em sua derradeira crise com a Crise de 1929 e o crash da Bolsa de Nova Iorque no ano anterior, o colapso dos preços externos dos grãos e a Revolução de 1930, que retira os paulistas do poder.
Dois anos depois, em 1932, São Paulo combate Getúlio Vargas na Revolução Constitucionalista, em uma tentativa de retomar o poder perdido, porém é derrotado militarmente. A crise do café se amplifica e o êxodo rural em direção à São Paulo esvazia o interior do Estado.
A Segunda Guerra Mundial interrompe as importações de produtos e a indústria paulista inicia um processo de substituição de importações, passando a produzir no Estado os produtos até então importados. O processo intensifica-se no governo de Juscelino Kubitschek, que lança as bases da indústria automotiva no ABC paulista.
Para suprir a mão-de-obra necessária, o estado passa a receber milhões de nordestinos, vindos principalmente dos Estados da Bahia, Ceará, Pernambuco e Paraíba, que substituem os antigos imigrantes, agora compondo a classe média paulista, como operários. Estes se fixam principalmente na periferia de São Paulo e nas cidades vizinhas. Este rápido aumento populacional promove um processo de metropolização, onde São Paulo se aglomera com as cidades vizinhas, formando a Região Metropolitana de São Paulo.
A forte imigração no final do século XIX e início do século XX, trouxe ao estado pessoas de todas as partes do mundo. A população descende principalmente de imigrantes europeus (sobretudo italianos, portugueses, espanhóis e alemães). Também há grandes comunidades de povos do Oriente Médio (libaneses, sírios e turcos) e Ásia Oriental (japoneses, coreanos e chineses), além de afro-descendentes.
Muitas pessoas de outros estados brasileiros também migram para São Paulo em busca de trabalho ou melhores condições de vida. Em sua maior parte são pessoas oriundas da Bahia, na região metropolitana, de Minas Gerais e Paraná, no interior. A indústria é a principal característica da economia paulista. Desde a crise de 1929, em Nova York, o café deu lugar às indústrias, as quais fizeram São Paulo permanecer na liderança da indústria nacional até hoje. O estado supera a produção industrial do Rio de Janeiro, de Minas Gerais e a do Rio Grande do Sul. No Vale do Paraíba localizam-se indústrias do ramo aeroespacial, como a Embraer, indústrias automobilísticas nacionais, como a Volkswagen e a General Motors, entre outras. Também estão presentes as indústrias de eletroeletrônicos, têxtil, química, entre outras.
No centro do estado onde localiza-se São Carlos, está o polo de Alta Tecnologia com várias indústrias, há também a fábrica de motores da Volkswagen, e a Faber-Castell, Electrolux, Tecumseh, Toalhas São Carlos e Tapetes São Carlos entre outras.
História econômica de São Paulo
Pode-se considerar que a história econômica paulista começa com o ciclo do café, na época em que os paulistas comandavam a política nacional com os mineiros, a chamada "política do café-com-leite", durante o período da República Velha, em que o estado de São Paulo teve uma acelerada expansão industrial. O ciclo perdura até a crise da Bolsa de Valores de Nova Iorque em 1929. A decadência da cafeicultura provoca a transferência do capital para a indústria, que pôde se desenvolver apoiada no mercado consumidor e na mão de obra disponível no estado. Esta primeira fase da industrialização ocorre no contexto econômico brasileiro da substituição de importações. O período de maior crescimento da indústria do estado ocorre no mandato de Juscelino Kubitschek que promoveu a internacionalização da economia brasileira, trazendo a São Paulo (principalmente na região do ABC) a indústria automobilística.
Atualmente o estado é líder em vários setores da economia brasileira, notadamente no setor financeiro (concentrado na cidade de São Paulo), indústria automobilística e de aviação e na produção sucroalcooleira e de suco de laranja.
postado por: Thiago Picelli
No final do século 18, a cidade passou por profundas transformações econômicas e sociais decorrentes da expansão da lavoura cafeeira em várias regiões paulistas, da construção da estrada de ferro Santos-Jundiaí (1867) e do afluxo de imigrantes europeus. Para se ter uma idéia do crescimento vertiginoso da cidade na virada do século, basta observar que em 1895 a população de São Paulo era de 130 mil habitantes (dos quais 71 mil eram estrangeiros, chegando a 239.820 em 1900!). Nesse período, a área urbana se expandiu para além do perímetro do triângulo, surgiram as primeiras linhas de bondes, os reservatórios de água e a iluminação a gás.
Ocupação dos BAIRROS
Esses fatores somados já esboçavam a formação de um parque industrial paulistano. A ocupação do espaço urbano registrou essas transformações. O Brás e a Lapa transformaram-se em bairros operários por excelência; ali concentravam-se as indústrias próximas aos trilhos da estrada de ferro inglesa, nas várzeas alagadiças dos rios Tamanduatey e Tietê. A região do Bexiga foi ocupada, sobretudo, pelos imigrantes italianos e a Avenida Paulista e adjacências, áreas arborizadas, elevadas e arejadas, pelos palacetes dos grandes cafeicultores .
As mais importantes realizações urbanísticas do final do século foram, de fato, a abertura da Avenida Paulista (1891) e a construção do Viaduto do Chá (1892), que promoveu a ligação do "centro velho" com a "cidade nova", formada pela rua Barão de Itapetininga e adjacências. É importante lembrar, ainda, que logo a seguir (1901) foi construída a nova estação da São Paulo Railway, a notável Estação da Luz.
O século XX, em suas manifestações econômicas, culturais e artísticas, passa a ser sinônimo de progresso. A riqueza proporcionada pelo café espelha-se na São Paulo "moderna", até então acanhada e tristonha capital. Trens, bondes, eletricidade, telefone, automóvel, velocidade, a cidade cresce, agiganta-se e recebe muitos melhoramentos urbanos como calçamento, praças, viadutos, parques e os primeiros arranha-céus.
Em 1911, a cidade ganhou seu Teatro Municipal, obra do arquiteto Ramos de Azevedo, celebrizado como sede de espetáculos operísticos, tidos como entretenimento elegante da elite paulistana.
A PARTIR DE 1910
A industrialização se acelera após 1914 durante a Primeira Grande Guerra mas o aumento da população e das riquezas é acompanhado pela degradação das condições de vida dos operários que sofrem com salários baixos, jornadas de trabalho longas e doenças. Só a gripe espanhola dizimou oito mil pessoas em quatro dias.
Em 1917 o governo e os industriais inauguram a exposição industrial de São Paulo no suntuoso Palácio das Indústrias, especialmente construído para esse fim.
"O otimismo era tamanho que motivou o prefeito de então, Washington Luis, a afirmar, com evidente exagero: "A cidade é hoje alguma coisa como Chicago e Manchester juntas". ""
PONTO DO TRABALHO
Na década de 20, a industrialização ganha novo impulso, a cidade cresce (em 1920, São Paulo tinha 580 mil habitantes) e o café sofre mais uma grande crise. Em 1922, Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Luís Aranha, entre outros intelectuais e artistas, iniciam um movimento cultural que assimilava as técnicas artísticas modernas internacionais, apresentado na célebre Semana de Arte Moderna, no Teatro Municipal.
Com a queda da bolsa de valores de Nova Iorque e a Revolução de 1930, alterou-se a correlação das forças políticas que sustentou a "República Velha". A década que se iniciava foi especialmente marcante para São Paulo tanto pelas grandes realizações no campo da cultura e educação quanto pelas adversidades políticas. Os conflitos entre a elite política, representante dos setores agro-exportadores do Estado, e o governo federal, conduziram à Revolução Constitucionalista de 1932 que transformou a cidade numa verdadeira praça de guerra, onde se inscreviam os voluntários, se armavam estratégias de combate e se arrecadavam contribuições da população amedrontada mas orgulhosa de pertencer a uma "terra de gigantes".
A derrota de São Paulo e sua participação restrita no cenário político nacional coincidiu, no entanto, com o florescimento de instituições científicas e educacionais. Em 1933, foi criada a Escola Livre de Sociologia e Política, destinada a formar técnicos para a administração pública; em 1934, Armando de Salles Oliveira, interventor do Estado, inaugurou a Universidade de São Paulo; em 1935, o Município de São Paulo ganhou, na gestão do prefeito Fábio Prado, o seu Departamento de Cultura e de Recreação.
Nesse mesmo período, a cidade presenciou uma realização urbanística notável, que testemunhava o seu processo de "verticalização": a inauguração, em 1934, do Edifício Martinelli, maior arranha-céu de São Paulo, à época, com 26 andares e 105 metros de altura!
A década de 40 foi marcada por uma intervenção urbanística sem precedentes na história da cidade. O prefeito Prestes Maia colocou em prática o seu "Plano de Avenidas", com amplos investimentos no sistema viário. Nos anos seguintes, a preocupação com o espaço urbano visava basicamente abrir caminho para os automóveis e atender aos interesses da indústria automobilística que se instalou em São Paulo em 1956. Simultaneamente, a cidade cresceu de forma desordenada em direção à periferia gerando uma grave crise de habitação, na mesma proporção, aliás, em que as regiões centrais se valorizaram servindo à especulação imobiliária
PRODAM
Japoneses
Imigraram por uma política de substituição da mão-de-obra rural européia. O primeiro fluxo se dirigia no interior de São Paulo, num primeiro fluxo, fugindo da Guerra Russo-Japonesa, em 1905 e, num segundo fluxo pela crise mundial de 1920.
Espanhóis
Tiveram, igualmente, dois fluxos: o primeiro para trabalhar nas lavouras cafeeiras do interior de São Paulo, até 1930. Após esse período, até 1960 fixaram-se na indústria e no comércio.
São Paulo ingressou com dois trunfos na era republicana: a riqueza representada pelo café e o sistema de mão-de-obra livre, que fora introduzido antes da abolição da escravatura e já se adaptara e integrara no modo de produção da agricultura paulista. De outro lado, a autonomia local conferida pelo novo regime federativo, que em face dos amplos direitos conferidos aos estados resultava, na prática, numa verdadeira soberania, veio reforçar política e administrativamente as vantagens conferidas pelos dois fatores acima mencionados.
Assim equipado, beneficiando-se da fraqueza institucional decorrente da Proclamação da República, São Paulo aliou seu poder econômico à força eleitoral de Minas Gerais e instaurou a política do café-com-leite, que teve por conseqüência uma mudança no federalismo no Brasil, sendo até hoje visíveis os resultados. Para isso, concorreu também a visão empresarial de seus homens de negócios e cafeicultores. Estes perceberam de imediato a oportunidade da introdução do imigrante estrangeiro e a subsidiaram com recursos da província, uma vez que o governo imperial dispensava maiores atenções ao estabelecimento de núcleos coloniais do que à imigração assalariada. Com a nova situação criada pela instituição do regime republicano, puderam ampliar seus meios de ação. Daí por diante, até a crise de 1929, não perderam de vista a expansão e defesa do produto que sustentava a economia da região.
A década de 1930 em São Paulo caracterizou-se, do ponto de vista econômico, pelos esforços de ajustamento às novas condições criadas pela crise mundial de 1929 e pela derrocada do café. Do ponto de vista político, o período foi marcado pela luta em prol da recuperação da hegemonia paulista na federação, atingida pela Aliança Liberal e afinal aniquilada pela revolução de 1930. Esta submeteu o estado à ação dos interventores federais, que, de início, nem paulistas eram.
Surgiram logo as reivindicações a favor de um governo paulista, mas na realidade o que se pretendia era a restauração dos grupos hegemônicos paulistas, cujos interesses, tanto econômicos quanto políticos, estavam sendo prejudicados pela nova situação, embora alguns interventores, tenham procurado conciliar a cafeicultura com a nova orientação do governo federal.
Em 9 de julho de 1932, irrompeu a revolução constitucionalista de São Paulo. Governava o estado, como interventor federal, o paulista Pedro de Toledo, logo proclamado governador. Formaram-se batalhões de voluntários, e aderiram ao movimento algumas unidades do Exército, um forte contingente de Mato Grosso e a quase totalidade da força pública estadual. Foram mobilizados inicialmente cinqüenta mil homens, cujo comando coube ao coronel Euclides de Oliveira Figueiredo e depois ao general Bertoldo Klinger, sob a chefia suprema do general Isidoro Dias Lopes.
A indústria participou da revolução com entusiasmo. Sob a direção de Roberto Cochrane Simonsen, todo o parque industrial paulista foi colocado a serviço da rebelião, dedicado à produção bélica. Organizou-se também o abastecimento interno. A luta durou, porém, apenas três meses e terminou com a derrota dos paulistas e a perda de centenas de vidas.
Alguns meses após a capitulação, o governo federal, a fim de pacificar o país, decidiu convocar eleições para a Assembléia Constituinte, respondendo ao objetivo principal dos revolucionários paulistas: a restauração da ordem constitucional.
[editar] A industrialização e metropolização
Após a Primeira Guerra Mundial, o cultivo do café começa a enfrentar crises de excesso de oferta e concorrência de outros países. O cultivo começa a ser controlado pelo governo, a fim de evitar crises e fazendas fecham, levando imigrantes em direção a São Paulo, onde se tornam operários. Pressões políticas exigindo o fim do predomínio da elite cafeeira paulista surgem e movimentos artísticos como a Semana de 1922 propagam novas idéias sociais e econômicas. A imigração externa começa a se enfraquecer e greves anarquistas e comunistas rebentam em São Paulo enquanto impérios industriais como o de Matarazzo são formados.
Em 1930 o café entra em sua derradeira crise com a Crise de 1929 e o crash da Bolsa de Nova Iorque no ano anterior, o colapso dos preços externos dos grãos e a Revolução de 1930, que retira os paulistas do poder.
Dois anos depois, em 1932, São Paulo combate Getúlio Vargas na Revolução Constitucionalista, em uma tentativa de retomar o poder perdido, porém é derrotado militarmente. A crise do café se amplifica e o êxodo rural em direção à São Paulo esvazia o interior do Estado.
A Segunda Guerra Mundial interrompe as importações de produtos e a indústria paulista inicia um processo de substituição de importações, passando a produzir no Estado os produtos até então importados. O processo intensifica-se no governo de Juscelino Kubitschek, que lança as bases da indústria automotiva no ABC paulista.
Para suprir a mão-de-obra necessária, o estado passa a receber milhões de nordestinos, vindos principalmente dos Estados da Bahia, Ceará, Pernambuco e Paraíba, que substituem os antigos imigrantes, agora compondo a classe média paulista, como operários. Estes se fixam principalmente na periferia de São Paulo e nas cidades vizinhas. Este rápido aumento populacional promove um processo de metropolização, onde São Paulo se aglomera com as cidades vizinhas, formando a Região Metropolitana de São Paulo.
A forte imigração no final do século XIX e início do século XX, trouxe ao estado pessoas de todas as partes do mundo. A população descende principalmente de imigrantes europeus (sobretudo italianos, portugueses, espanhóis e alemães). Também há grandes comunidades de povos do Oriente Médio (libaneses, sírios e turcos) e Ásia Oriental (japoneses, coreanos e chineses), além de afro-descendentes.
Muitas pessoas de outros estados brasileiros também migram para São Paulo em busca de trabalho ou melhores condições de vida. Em sua maior parte são pessoas oriundas da Bahia, na região metropolitana, de Minas Gerais e Paraná, no interior. A indústria é a principal característica da economia paulista. Desde a crise de 1929, em Nova York, o café deu lugar às indústrias, as quais fizeram São Paulo permanecer na liderança da indústria nacional até hoje. O estado supera a produção industrial do Rio de Janeiro, de Minas Gerais e a do Rio Grande do Sul. No Vale do Paraíba localizam-se indústrias do ramo aeroespacial, como a Embraer, indústrias automobilísticas nacionais, como a Volkswagen e a General Motors, entre outras. Também estão presentes as indústrias de eletroeletrônicos, têxtil, química, entre outras.
No centro do estado onde localiza-se São Carlos, está o polo de Alta Tecnologia com várias indústrias, há também a fábrica de motores da Volkswagen, e a Faber-Castell, Electrolux, Tecumseh, Toalhas São Carlos e Tapetes São Carlos entre outras.
História econômica de São Paulo
Pode-se considerar que a história econômica paulista começa com o ciclo do café, na época em que os paulistas comandavam a política nacional com os mineiros, a chamada "política do café-com-leite", durante o período da República Velha, em que o estado de São Paulo teve uma acelerada expansão industrial. O ciclo perdura até a crise da Bolsa de Valores de Nova Iorque em 1929. A decadência da cafeicultura provoca a transferência do capital para a indústria, que pôde se desenvolver apoiada no mercado consumidor e na mão de obra disponível no estado. Esta primeira fase da industrialização ocorre no contexto econômico brasileiro da substituição de importações. O período de maior crescimento da indústria do estado ocorre no mandato de Juscelino Kubitschek que promoveu a internacionalização da economia brasileira, trazendo a São Paulo (principalmente na região do ABC) a indústria automobilística.
Atualmente o estado é líder em vários setores da economia brasileira, notadamente no setor financeiro (concentrado na cidade de São Paulo), indústria automobilística e de aviação e na produção sucroalcooleira e de suco de laranja.
postado por: Thiago Picelli
segunda-feira, 20 de agosto de 2007
Algumas idéias....
Olá meninos,
Hoje participei da reunião e achei que vocês estão confusos em alguns assuntos e ansiosos por resolverem o produto final, ou seja, como será apresentação.
Acho que antes de qualquer coisa vocês precisam sentar e discutir o tema. Precisam SABER o que vão expor, falar, discutir, comentar...entendem?
Na quinta feira levarei um livro com recortes de jornais sobre a Industrialização em São Paulo de 1880 a 1990 que poderá ajudar vocês.
É sempre interessante vocês lerem aquilo que pegarem na internet. Não vale apenas imprimirem, desta fora o trabalho fica muito "vazio".
Bom Trabalho e até quinta feira,
Márcia Brayner
Hoje participei da reunião e achei que vocês estão confusos em alguns assuntos e ansiosos por resolverem o produto final, ou seja, como será apresentação.
Acho que antes de qualquer coisa vocês precisam sentar e discutir o tema. Precisam SABER o que vão expor, falar, discutir, comentar...entendem?
Na quinta feira levarei um livro com recortes de jornais sobre a Industrialização em São Paulo de 1880 a 1990 que poderá ajudar vocês.
É sempre interessante vocês lerem aquilo que pegarem na internet. Não vale apenas imprimirem, desta fora o trabalho fica muito "vazio".
Bom Trabalho e até quinta feira,
Márcia Brayner
TÚNEL DO TEMPO
Relatório do dia 20 de Agosto de 2007
A reunião de hoje serviu também para a integração da orientadora Márcia Brayner. Tendo como destaque da última reunião a falta dos integrantes do 9o ano, iniciamos introduzindo as propostas e temas discutidos até o presente momento, para termos todos os membros cientes de seu trabalho e do andamento do mesmo.
Essa reunião foi de grande importância, pois nela reavaliamos nossos conceitos de apresentação e temas. A partir deste, acredito que conseguimos construir um padrão para o aprimoramento de nossa apresentação final. Decidimos os focus e sub temas sendo eles: êxodo rural, migração e imigração, industrialização e transporte, habitação e infra-estrutura, comercio e crescimento. Para a pesquisa destes, dividimos três grupos:
1o Raul; Augusto; Bruno; Murilo
2o Thiago Picelli; João; Martin; Lucas B.
3o Raquel; Nicolas; Carol; Capelli e Thor
Segue a baixo a lista de presentes:
6oano:
Thor, Murilo e Lucas B.
7oano:
Martin, Bruno e Capelli (faltou)
8oano:
Carol (sub-representante), Augusto e João
9oano:
Raquel, Raul, Thiago Picelli (Representante) e Nicolas
Relatório de: Thiago Picelli
Relatório do dia 20 de Agosto de 2007
A reunião de hoje serviu também para a integração da orientadora Márcia Brayner. Tendo como destaque da última reunião a falta dos integrantes do 9o ano, iniciamos introduzindo as propostas e temas discutidos até o presente momento, para termos todos os membros cientes de seu trabalho e do andamento do mesmo.
Essa reunião foi de grande importância, pois nela reavaliamos nossos conceitos de apresentação e temas. A partir deste, acredito que conseguimos construir um padrão para o aprimoramento de nossa apresentação final. Decidimos os focus e sub temas sendo eles: êxodo rural, migração e imigração, industrialização e transporte, habitação e infra-estrutura, comercio e crescimento. Para a pesquisa destes, dividimos três grupos:
1o Raul; Augusto; Bruno; Murilo
2o Thiago Picelli; João; Martin; Lucas B.
3o Raquel; Nicolas; Carol; Capelli e Thor
Segue a baixo a lista de presentes:
6oano:
Thor, Murilo e Lucas B.
7oano:
Martin, Bruno e Capelli (faltou)
8oano:
Carol (sub-representante), Augusto e João
9oano:
Raquel, Raul, Thiago Picelli (Representante) e Nicolas
Relatório de: Thiago Picelli
quinta-feira, 16 de agosto de 2007
Relatório do dia 15/08
Componentes do grupo e cada participação:
Lucas
Murilo
Thor
Martin
Bruno
Cappelli
Augusto
João
Carol - sub- representante
Thiago - Representante - Faltou
Raul - Faltou
Nickolas - Faltou
Raquel - Faltou
Hoje fizemos:
Bom, hoje decidimos os personagens de nosso teatro, e alguns detalhes sobre a nossa apresentação, então agora, vamos começar a pesquisar para oreencher o roteiro, e já temos lição para segunda-feira dia 20/08.
Itens a serem pesquisados:
- êxodo rural
- Industrialização no Brasil entre 1920 e 1940
- Imigração
Para o 9º ano; que faltou, se passarem pelo blog, por favor, tentei também levar alguma pesquisa.
A reunião foi ótima!
Postado por: Carol 8º ano
Lucas
Murilo
Thor
Martin
Bruno
Cappelli
Augusto
João
Carol - sub- representante
Thiago - Representante - Faltou
Raul - Faltou
Nickolas - Faltou
Raquel - Faltou
Hoje fizemos:
Bom, hoje decidimos os personagens de nosso teatro, e alguns detalhes sobre a nossa apresentação, então agora, vamos começar a pesquisar para oreencher o roteiro, e já temos lição para segunda-feira dia 20/08.
Itens a serem pesquisados:
- êxodo rural
- Industrialização no Brasil entre 1920 e 1940
- Imigração
Para o 9º ano; que faltou, se passarem pelo blog, por favor, tentei também levar alguma pesquisa.
A reunião foi ótima!
Postado por: Carol 8º ano
sexta-feira, 10 de agosto de 2007
TÚNEL DO TEMPO
Relatório da reunião do dia 10 de Agosto de 2007
Na reunião de hoje, decidimos deixar de lado as pesquisas e definir a forma e o modo de apresentação que será usado. Levantamos algumas hipóteses e idéias, e chegamos a seguinte conclusão.
Iremos apresentar um "documentário" com raízes teatrais, para ao mesmo tempo que informarmos e ensinarmos a platéia, consigamos focar suas atenções. Nossa intenção, será a de usarmos a Urbanização como um personagem que se apresenta para a platéia. Com esse formato de apresentação, queremos demonstrar um tema pouco conhecido de uma forma simples e com fácil compreensão, de modo que seja engraçado e ao mesmo tempo sério(com a discussão de problemas ambientais), inovador e lógico. Pretendemos iniciar com a Urbanização se apresentando e chegarmos aos subtemas que serão as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Manaus e Goiânia. E com isso explicarmos o objetivo e utilidade da Urbanização.
Segue abaixo, a relação de presentes:
6oano:
Thor, Lucas B. e Murilo
7oano:
Bruno, Martin e Capelli
8oano:
João, Augusto e Carol(subrepresntante)
9oano:
Thiago Picelli(representante), Raul, Nicolas e Raquel
Relatório de: Thiago Picelli
Relatório da reunião do dia 10 de Agosto de 2007
Na reunião de hoje, decidimos deixar de lado as pesquisas e definir a forma e o modo de apresentação que será usado. Levantamos algumas hipóteses e idéias, e chegamos a seguinte conclusão.
Iremos apresentar um "documentário" com raízes teatrais, para ao mesmo tempo que informarmos e ensinarmos a platéia, consigamos focar suas atenções. Nossa intenção, será a de usarmos a Urbanização como um personagem que se apresenta para a platéia. Com esse formato de apresentação, queremos demonstrar um tema pouco conhecido de uma forma simples e com fácil compreensão, de modo que seja engraçado e ao mesmo tempo sério(com a discussão de problemas ambientais), inovador e lógico. Pretendemos iniciar com a Urbanização se apresentando e chegarmos aos subtemas que serão as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Manaus e Goiânia. E com isso explicarmos o objetivo e utilidade da Urbanização.
Segue abaixo, a relação de presentes:
6oano:
Thor, Lucas B. e Murilo
7oano:
Bruno, Martin e Capelli
8oano:
João, Augusto e Carol(subrepresntante)
9oano:
Thiago Picelli(representante), Raul, Nicolas e Raquel
Relatório de: Thiago Picelli
terça-feira, 7 de agosto de 2007
Relatório Projeto túnel do tempo; 07/08
Componentes do grupo e cada participação:
Lucas - não trouxe material
Murilo
Thor
Martin
Bruno
Capelli
Augusto
João
Carol - Sub-representante
Thiago - Representante
Raquel
Raul - Faltou
Nickolas
Coisas feitas hoje:
Bom, nesta reunião fizemos várias coisas, em primeiro a votação para representante, e o eleito foi Thiago, e como sub-representante a Carol. ( Os dois também são Relatores ). Depois de termos isso decidido, começamos ver oque cada um trouxe de material, e com tantos temas diversos, discutimos mais ou menos todos os assuntos trazidos, que são: "Oque é urbanização", o êxodo rural, cidades planejadas, urbanistas e projetos no tietê.
Aí... depois de discutirmos tudo, chegamos a conclusão, de que deveriamos escolher "temas chave", uma cidade em cada região do Brasil, pois com tantas cidades no Brasil, não iamos conseguir falar de todas de uma forma boa. Decidimos, e distribuimos oque cada um precisa pesquisar para a próxima reunião.
Cidades; e quem deve pesquisar sobre elas:
6° ano - Manaus
7° ano - Rio de Janeiro e Salvador
8° ano - Cuiabá e Porto Alegre
9° ano - São Paulo e Goiania
Na minha opinião, essa reunião foi bastante produtiva, quase todos participram, e rendeu bastante, o grupo está se dando bem!
Postado por: Carol 8° ano
Componentes do grupo e cada participação:
Lucas - não trouxe material
Murilo
Thor
Martin
Bruno
Capelli
Augusto
João
Carol - Sub-representante
Thiago - Representante
Raquel
Raul - Faltou
Nickolas
Coisas feitas hoje:
Bom, nesta reunião fizemos várias coisas, em primeiro a votação para representante, e o eleito foi Thiago, e como sub-representante a Carol. ( Os dois também são Relatores ). Depois de termos isso decidido, começamos ver oque cada um trouxe de material, e com tantos temas diversos, discutimos mais ou menos todos os assuntos trazidos, que são: "Oque é urbanização", o êxodo rural, cidades planejadas, urbanistas e projetos no tietê.
Aí... depois de discutirmos tudo, chegamos a conclusão, de que deveriamos escolher "temas chave", uma cidade em cada região do Brasil, pois com tantas cidades no Brasil, não iamos conseguir falar de todas de uma forma boa. Decidimos, e distribuimos oque cada um precisa pesquisar para a próxima reunião.
Cidades; e quem deve pesquisar sobre elas:
6° ano - Manaus
7° ano - Rio de Janeiro e Salvador
8° ano - Cuiabá e Porto Alegre
9° ano - São Paulo e Goiania
Na minha opinião, essa reunião foi bastante produtiva, quase todos participram, e rendeu bastante, o grupo está se dando bem!
Postado por: Carol 8° ano
quarta-feira, 1 de agosto de 2007
Bem-vindo ao Túnel do Tempo
Caro aluno:
Neste espaço, você poderá trocar idéias com seus colegas de grupo, entrar em contato com seu orientador e postar seus relatórios de reunião, pesquisas etc.
Lembre-se sempre de assinar os posts. Você pode usar todos os recursos do blog, como inserir links e imagens, alterar a cor do texto, a fonte ou o próprio lay-out da página. Se tiver alguma dúvida quanto à publicação, procure pelas professoras Barbara ou Lina.
Fique atento ao calendário de reuniões e às datas de entrega dos relatórios e atividades. Mantenha sempre suas orientadoras, Márcia B. e Sonia M. , informadas do andamento de seu trabalho.
Bem-vindo ao túnel do tempo e boa viagem!
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